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Vamos falar sobre embalagens sustentáveis

As embalagens são uma necessidade cada vez maior no mundo atual pois criam condições melhores para distribuição, transporte e armazenagem dos produtos. Por conta da corrida que se vive no dia-a-dia acabam sendo muito úteis na vida moderna.


No entanto, a sua utilização massiva causa danos à saúde e ao meio ambiente. Vale sempre lembrar que o melhor jeito de evitar os danos causados por elas é não usá-las ou reduzir ao máximo a sua utilização. É também importante descartá-las de forma correta após a utilização.


As embalagens sustentáveis são uma forma de reduzir os danos causados pelo descarte após o uso. São consideradas embalagens sustentáveis aquelas que são feitas de material orgânico e/ou reciclável, que não demandam muita energia e recursos naturais em sua produção e que, após o seu descarte, tenham um impacto ambiental reduzido. São exemplos, as embalagens biodegradáveis de fibra de coco, de papel reciclado, entre outras. Este tipo de embalagens são alternativas ao plástico convencional pois causam menos danos ao meio ambiente e à saúde. No entanto, a biodegradabilidade das embalagens não pode servir de desculpa para o descarte incorreto. Ela é apenas uma forma de mitigar os impactos ambientais dos descartes errados ou que escapam por meio do vento e da chuva para o meio ambiente.



Em seguida, apresentamos alguns exemplos de embalagens sustentáveis:


- Embalagem de vidro: apesar de utilizarem areia em sua produção, elas podem ser facilmente reutilizadas, não liberam substâncias tóxicas e podem ser recicladas diversas vezes. A melhor opção é a utilização de vidro reciclado após o uso o que reduz ainda mais o seu impacto no ambiente. Outra vantagem do vidro em relação às embalagens biodegradáveis (que utilizam matérias-primas vegetais) é que a sua produção não compete espaço com a produção de alimentos.



- Embalagem de alumínio: apesar de dependerem da atividade mineradora, as embalagens de alumínio podem ser consideradas sustentáveis pois são infinitamente recicláveis! Além disso, o alumínio não é tóxico para os organismos (no entanto, é preciso tomar cuidado com o bisfenol, um tipo de plástico que reveste latas de alimentos e age como um disruptor endócrino).



- Embalagem de papel reciclado: são desenvolvidas principalmente para exercer a função de proteção de utensílios que precisam ser carregados. Os principais benefícios destas embalagens são a potencialização do tempo de vida do produto e a maximização do valor extraído das matérias-primas. Outra vantagem é a energia economizada. Porém, a cada nova reciclagem, o papel perde a qualidade e possibilidade de ser reciclado.



- Embalagem de polietileno verde: é um plástico produzido a partir do etanol de cana-de-açúcar, uma matéria-prima renovável. Por esta razão, o polietileno verde captura e fixa gás carbônico da atmosfera durante a sua produção, colaborando para a redução da emissão dos gases causadores do efeito estufa. Além disso, o polietileno verde mantém as mesmas propriedades e desempenho dos polietilenos de origem fóssil sendo reciclável dentro da mesma cadeia de reciclagem do polietileno tradicional.


- Embalagem de PET reciclado: sendo o lixo um dos maiores problemas gerados pelo consumo, a utilização de materiais reciclados na produção de novas embalagens é, obviamente, considerada uma medida sustentável. O PET reciclado pode ser utilizado na fabricação de novas embalagens e é novamente reciclável o que reduz a quantidade de lixo produzido no mundo. Além disso, a sua produção não compete espaço com a produção de alimentos.


- Outros materiais:

Embalagem de fibra de coco: foram desenvolvidas principalmente para embalar alimentos. Diferente de alguns tipos de plástico - como os que possuem bisfenóis, por exemplo - as embalagens de fibra de coco não são nocivas ao organismo humano. São embalagens sustentáveis pois não demandam muita tecnologia para serem desenvolvidas, são feitas a partir de matéria-prima nacional, podem voltar para a fábrica para serem recicladas e podem ser biodegradadas se colocadas no solo.

Embalagens de cogumelo: além de biodegradável, o material é comestível (mas não é aconselhável ingeri-lo). As desvantagens são seu elevado custo e o fato de ser potencialmente competitiva com recursos que poderiam ser utilizados para produzir alimentos.

Embalagem de fécula de mandioca: são compostáveis, biocompatíveis e recicláveis. No entanto, o custo é mais que o dobro do que se paga pelo isopor e só podem ser utilizadas para alimentos secos ou de consumo imediato. Caso contrário, em contato com umidade por muito tempo, se desmancham.

Embalagem de plástico de milho e bactérias: plástico feito por meio da biossíntese de carboidratos da cana-de-açúcar, do milho, ou de óleos vegetais de soja e palma. São biocompatíveis e biodegradáveis. Entretanto, esse tipo de plástico não pode ser utilizado em embalagens de prateleira, pois podem contaminar alimentos, a não ser que seja para servir comida na hora. Outra desvantagem é que é, em média, 40% mais cara do que as embalagens convencionais.

Embalagem de plástico PLA (poliácido láctico): no processo de produção do plástico PLA, as bactérias produzem o ácido lático através da fermentação de vegetais ricos em amido, como a beterraba, o milho e a mandioca. Além de biodegradáveis, são recicláveis mecânica e quimicamente, biocompatíveis e bioabsorvíveis. Elas são obtidas de fontes renováveis (vegetais) e, quando descartadas corretamente, transformam-se em substâncias inofensivas porque são facilmente degradadas pela água. A desvantagem do plástico PLA é que, para ocorrer a degradação adequada, é preciso que os descartes de plástico PLA sejam feitos em usinas de compostagem e, infelizmente, a maior parte do resíduo brasileiro acaba indo parar em aterros e lixões gerando a liberação de gás metano, um dos gases mais problemáticos para o desequilíbrio do efeito estufa. Outra inviabilidade é que o custo de produção de embalagem biodegradável de PLA ainda é elevado, o que torna o produto um pouco mais caro que os convencionais.

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