- Origem dos Cosméticos -

Há milhares de anos homens e mulheres utilizam cosméticos. Arqueólogos encontraram em túmulos egípcios de aproximadamente 3500 a.C. sinais do uso de pintura para os olhos e unguentos aromáticos.

Na Grécia Antiga, usavam-se óleos para banho e outros produtos de embelezamento, mas muitas mulheres sofriam de envenenamento por chumbo porque usavam máscaras faciais que continham esse metal.

 

Na Roma Antiga, fabricavam-se pós para tornar a pele mais alva, carvão para delinear os olhos e pintar cílios e sobrancelhas, carmim para as faces, produtos abrasivos para clarear os dentes etc. Os óleos consumidos eram produtos naturais, como os que se obtinham do azeite de oliva; os perfumes, usados tanto por mulheres como por homens, extraíam-se de flores ou especiarias, com resinas naturais empregadas como fixadores.

Cosméticos para o rosto, tinturas para o cabelo, perfumes e sais de banho já eram utilizados na Europa durante a Idade Média. Atribui-se a Catarina de Médici a introdução do uso de perfumes na França. As civilizações orientais faziam amplo uso dos cosméticos, bem como os povos indígenas da América e da África.

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No século XX, massificou-se a produção e o uso de cosméticos, sobretudo graças ao aperfeiçoamento das embalagens e à promoção publicitária desses produtos. Entre as inovações da indústria de cosméticos destacam-se: o tubo descartável, em fins do século XIX, e os produtos químicos para ondulação dos cabelos, o shampoo sem sabão, as lacas em aerossol, as tinturas de cabelo menos tóxicas, e a pasta de dentes com flúor, no século XX.

De entre os maiores produtores mundiais de cosméticos encontram-se os Estados Unidos e a França; esta se destaca sobretudo na produção de perfumes.

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